O vigia, Virlem Berbet, disse que encontrou a perna após sentir um forte cheiro. Ele comenta que chegou a pensar que fosse resto mortal de algum animal. O caso foi encaminhado a Polícia Civil, que apura as investigações. De acordo com o investigador, que fez o levantamento no local, Antonio Cesar Gaspari, não foi encontrado túmulos violados no cemitério nem mesmo outras partes humanas.
Gaspari suspeita que alguma clínica tenha dispensado a perna. Segundo ele, próximo ao membro havia também uma sacola plástica de lixo hospitalar com os mesmos resíduos mortais. “A perna estava a um metro da sacola. Presume-se que alguma clínica descartou o material em local irregular e alguém encontrou.”
O investigador frisa que o saco plástico com a perna foi jogado por alguma pessoa da rua. No entanto não foi encontrado vestígios no local. Gaspari acrescenta que somente a perícia poderá identificar se o membro era de uma pessoa adulta ou criança. “Pelo jeito a perna foi arrancada do corpo. Quando o órgão é amputado é cortado”, explica, acrescentando que a polícia está investigando para tentar localizar de onde surgiu a perna.
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